segunda-feira, 17 de junho de 2013

Relatório da Prática 07

Cortes a Mão Livre -  Anatomia Foliar

Relatório apresentado a FASI, curso de Farmácia, 2º período, como forma de avaliação parcial das aulas práticas na disciplina de Farmacobotânica.


Prof. Dr. Guilherme Araújo Lacerda





1. Introdução
Para uma boa observação ao microscópio o materia deve ser o mais transparente possivel ou pelo menos, translúcido. As secções podem ser feitas a mão livr, usando –se lâminas de barbear (gilete) ou para estudos mais refinados, utilizando – se aparelhos especiais, os micrótomos. Tipos de corte:no estudo de determinadoorgão vegetal é indispensavel a utilização de cortes realizados em diferentes posições e em diferentes planos. Os mais comuns são:
Cortes Transversais: Feitos num plano perpendicular ao maior do orgão;            Cortes Longitudinais: Feitos num plano paralelo ao maior eixo do orgão;
Corte Paradérmico: Cortes superficiais, feitos num planoparalelo á superficie do orgão, sendo utilizados principalmente no estudo de orgãos laminares.
              Para a obtenção de bons cortes (suficientemente finos) há necessidade de prática, porém, seguindo-se algumas regras básicas o principiante poderá obter bons resultados:
  • Sempre utilizar lâminas de barbear (gilete) novas;
  • Antes de iniciar os cortes, tornar plana a superficie da peça a ser cortada;
  • Molhar a gilete e o material, antes de cortar;
  • Se o material for resistente, prendê-lo entre o polegar e o indicador, na orientação desejada, fazendo a gilete deslizar suave e continuamente sobre a superficie do material, sem aprofundar, para a obtenção de cortes finos;
  • Materiais delicados ou muito pequenos necessitam de um suporte para que possam ser cortados. Pode-se utilizar pedaços de cenouras, medula de embaúba, girassol, ou sabugueiro e cilindros de cortiça ou de isopor.
  • Fazer grandes numeros de cortes, colocando-os em um vidro de relógio ou placa de Petri contendo aguae, a seguir selecionar os mais finos.
  • Transferir os cortes selecionados para a lâmina, utilizando um pincel fino, e colocar a laminula num angulo aproximadamente 45º graus, para evitar a formação de bolhas de ar.
  • Na realização de cortes paradérmicos, prender o material(geralmente folha) sobre o dedo indicador, firmando –o com o dedo polegar e medio, e realizar um corte superficial. Pode-se tamben fazer uma incisão pouco aprofundada e puxar com uma pinça.
  • Para seccionar folhas largas, pode-se dobra-las varias vezes, conseguindo-se assim, grande numero de cortes de uma só vez.
  • Para obtenção ao microscópio, os cortes devem ser colocados entre lâmina e laminula, imersos em liquido de montagem.


2. Objetivo
ü  Confeccionar cortes a mão livre a partir de folhas e classificar as estruturas observadas no órgão vegetativo.
3. Material e Métodos
Materiais:
  • 01 Microscópio Óptico;
  • 01 Lâminas de barbear (gilete);
  • 03 Placas de Petri;
  • 10 Lâminas de Microscopia (limpas e secas);
  • 10 Lamínulas de Microscopia (limpas e secas);
  • Folhas de isopor grosso;
  • 01 ml Corante Sudan lV;
  • 01 ml corante Azul de Metileno;
  • 05 ml de Hipoclorito de Sódio 2 %;
  • 01 Folha de Sansevieria sp (Espada de São Jorge)
  • 10 ml de agua destilada (pisseta);
  • 01 Microscópio trilocular acoplado a TV.


Métodos

1)      Montamos no Isopor uma estrutura de suporte para os órgãos vegetais serem em seguida cortados;
2)      Fizemos cortes transversais com laminas de barbear (gilete), paradérmicos, longitudinais radiais e tangenciais  e colocamos nas placas de Petri contendo agua destilada;
3)      Escolhermos os melhores cortes (finos e transparentes) com o auxilio do pincel (uso pessoal);
4)      Colocamos sobre a lâmina, corar (Sudan lV ou Azul de Metileno) ou descorar, cobrimos com a lamínula e observamos  ao microscópio optico;
5)      Fotografamos com o auxilio de uma camêra ou celular (uso pessoal).

Corte Transversal

Figura 01: Corte transversal da folha de sansevieria sp (espada de são Jorge) 


Podemos observar a epiderme que é a primeira camada da célula, os feixes 
vasculares que seriam os pontos escuros da célula e o parêmquima que seriam as 
células claras (Foto: Allyson Fernando Pereira).


Corte Transversal
Figura 02: Corte Transversal da folha sansevieria sp (espada de são Jorge) com o corante 
Azul de Metileno (Foto: Allyson Fernando Pereira ).


Corte Longitudinal

Figura 03: Corte Longitudinal da folha sansevieria sp (espada de são Jorge)

Podemos observar no corte Longitudinal o feixe vascular é visto lateralmente

(Foto: Allyson Fernando Pereira).


Corte Longitudinal


Figura 04: Corte Paradérmico da folha sansevieria sp (espada de são Jorge)

Podemos observar a presença da epiderme que seria a primeira camada da célula e a presença de estômatos (Foto: Thiago Diniz Santos).


5. Conclusão

            Após analisados os cortes transversais, longitudinais e abaxiais de folha de Sansevieria SP, com corantes distintos, observou-se que cada um dos corantes deixa uma parte da folha mais visível. Atingindo assim os resultados esperados.

6. Referências bibliográficas

FINA, Bruna Gardenal. Apostila Prática Morfologia e Anatomia Vegetal.
Curso de Ciências Biológicas: UFMS/CPAQ, 2011.

OLIVEIRA, F. de. Fundamentos de farmacobotânica e de morfologia
vegetal. 3ª Ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2009. 228p.




Laminário permanente Anatomia Foliar

Relatório da Prática 06

Laminário permanente
 Anatomia Foliar

Relatório apresentado a FASI, curso de Farmácia, 2º período, como forma de avaliação parcial das aulas práticas na disciplina de Farmacobotânica.


Prof. Dr. Guilherme Araújo Lacerda




1. Introdução
A folha é o orgão da planta onde a elaboração dos alimentos orgânicos em presença da luz (fotossintese), se processa com maior intensidade. A folha em sentido amplo da palavra é altamente variável em estrutura e função. As plantas de diferentes ambientes apresentam folhas com estruturas diversas. Uma folha composta possui as seguintes partes: O limbo, peciolo, bainha e estípula. O limbo é a principal sede da fotossíntese, sua ausência é excepcional. Por ter que se adaptar as condições variadas do ambiente onde as plantas se encontram, ele apresenta uma grande diversificação morfológica.
2. Objetivo
ü  Reconhecer os diferentes tipos de estruturas foliares nos espécimes vegetais da coloração do laminário botânico permanente da Faculdade de Saúde Ibituruna - FASI.
3. Material e Métodos
Materiais:
  • 01 Microscópio óptico;
  • 07 lâminas da caixa do laminário de botânica n.º 29B; 39B; 43B; 12B; 32B; 38B e 46B.
  • 01 microscópio trinocular acoplado a TV.
Realizamos através do microscópio a leitura das seguintes lâminas:
29B- Poaceae – epiderme destacada- estômatos (H) / Zea mays – folha – corte paradérmico
39B – Theaceae – esclerênquima (H/F) / Thea sinensis. – folha- corte transversal;
43B – Pináceas – canais resiníferos (H/F) / Pinus sp– folha – corte transversal;
12B – Poaceae – ausência de parênquima paliçádico (H/E) / Stenotaphrum secundatum- folha– corte transversal.
32B-Araceae – câmaras aerenquimáticas (H) / Zantedeschia sp – folha – corte transversal.
38B – Apocynaceae – criptas estomáticas (H/F)/ Nerium oleander – folha – corte transversal.
46B – Liliaceae – reforços fibrosos e cutícula (H/F)/ Yucca sp – folha – corte transversal.

4. Resultados e Discussão
Em cada lâmina obtemos os seguintes resultados:

29B – Poaceae –Zea mays (Corte paradérmico) - foi possível identificar os estômatos na epiderme de monocotiledônea vistos de frente e ficam em fileiras ao longo da folha. Foto 1; 2 e 3.

Foto 1: lâmina 29B – Poaceae – Zea mays- com aumento na objetiva de 4x.

Foto 2: lâmina 29B – Poaceae – Zea mays- com aumento na objetiva de 10x.

Foto 3: lâmina 29B – Poaceae – Zea mays -com aumento na objetiva de 40x.

39B – Theaceae- Thea sinensis (Corte Transversal) – identificou-se as esclerênquimas, podemos  notar  ,na nervura central, um feixe protegido por uma camada de células de paredes espessas, que envolvem totalmente o feixe. Estas células que são reforçadas por deposição de lignina, constituem as células esclerenquimáticas. Foto 1; 2 e 3.

Foto 1: lâmina 39B- Theaceae – Thea sinensis- com aumento na objetiva de 4x.

Foto 2: lâmina 39B- Theaceae – Thea sinensis- com aumento na objetiva de 10x.

Foto 3: lâmina 39B- Theaceae – Thea sinensis- com aumento na objetiva de 40x.

43B – Pináceas –Pinus sp (Corte Transversal)– Observamos na estrutura da folha Pinus sp a presença de canais resiníferos onde ocorre a produção de resinas. Foto 1; 2 e 3.

Foto 1: lâmina 43B – Pináceas – Pinus sp -com aumento de 4x.

Foto 2: lâmina 43B – Pináceas  – Pinus sp -com aumento de 10x.

Foto 3: lâmina 43B – Pináceas – Pinus sp- com aumento de 40x.

12B – Poaceae-Stenotaphrum secundatum (Corte Transversal)– Ressaltamos, nesta lâmina a ausência de parênquima paliçádico que é característica das folhas monotiledôneas. Foto 1; 2 e 3.

Foto 1:  lâmina 12B - Poaceae – Stenotaphrum secundatum -com aumento de 4x.

Foto 2: lâmina 12B - Poaceae – Stenotaphrum secundatum -com aumento de 10x.

Foto 3: lâmina 12B - Poaceae – Stenotaphrum secundatum -com aumento de 40x.

32B – Araceae –Zantedeschia sp(Corte Transversal) –Observamos na estrutura da folha de Zantedeschia aethiopica 1 grandes camaras  aerenquimáticas formadas por uma ou duas fileiras de células que incluem abundante cloroplastos.Na zona mediana do limbo localizam – se feixes vasculares delicados, que ficam relacionadas com varias camadas. Fotos 1,2 e 3.

Foto 1: Lâmina 32B -Araceae - Zantedeschia sp -com aumento de 4x.

Foto 2: Lâmina 32B -Araceae - Zantedeschia sp -com aumento de 10x.

Foto 3: Lâmina 32B -Araceae - Zantedeschia sp- com aumento de 40x.

38B – Apocynaceae-Nerium oleander (Corte Transversal) – Observamos que esta lâmina apresenta uma característica importante de planta, adaptadas à ambientes caracterizados pelo baixo suprimento de agua. Nas plantas de cerrado e de clima muito quente e seco como no caso da Nerium oleander, aparecem nas folhas diversas cavidades profundas (Criptas Estomáticas),coberta de pelos em suas bordas e cujos fundo alojam – se os estômatos. Fotos 1,2 e 3.

Foto 1 : Lâmina 38B - Apocynaceae - Nerium oleander -com aumento de 4x.

Foto 2 : Lâmina 38B - Apocynaceae - Nerium oleander -com aumento de 10x.

Foto 3 : Lâmina 38B - Apocynaceae - Nerium oleander -com aumento de 40x.

46B – Liliaceae –Yuca sp(Corte Transversal) – Observamos que a estrutura da folha de Yuca é bastante peculiar, diferentes das folhas comuns. Ela é de consistência semi coreacea(dura), com o seu parênquima apresentando conformação especifica. Aparece, no seu todo muitos feixes distribuídos irregularmente. Nos feixes observamos reforços fibrosos em torno do floema e podemos notar também cutículas espessa nas duas epidermes. Fotos 1,2 e 3.

Foto 1 : Lâmina 46B - Liliaceae- Yuca sp -com aumento de 4x.

Foto 2 : Lâmina 46B - Liliaceae- Yuca sp -com aumento de 10x.

Foto 3 : Lâmina 46B - Liliaceae- Yuca sp -com aumento de 40x.


5. Conclusão
                Após analisar o lâminário da Faculdade de Saúde Ibituruna - FASI concluirmos que é possível reconhecer os diferentes tipos de estruturas foliares nos espécimes vegetais da coleção do lâminário botânico permanente da instituição. Dessa forma foi alcançado satisfatoriamente o propósito da aula.

6. Referências Bibliográficas

BIOTEC LÂMINAS E MATERIAL DIDÁTICO. Manual de microscopia aplicada à biologia. São Paulo:BIOTEC,[200-?],14 p.
VIDAL,W.N,;M.R.R.Botânica:organografia – quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos.4ª ed.;Viçosa:UFV,2003,p 76-95.

Laminário permanente

Relatório da Prática 05

Laminário permanente – substâncias ergásticas presentes nas folhas

Relatório apresentado a FASI, curso de Farmácia, 2º período, como forma de avaliação parcial das aulas práticas na disciplina de Farmacobotânica.


Prof. Dr. Guilherme Araújo Lacerda






1. Introdução
As substâncias ergásticas, ou seja, produtos do metabolismo vegetal primário ou segundário possuem grande valor taxonômico e filogênico em varios grupos de vegetais, nos quais a utilização da microscopia eletrônica possibilita ampliar o conhecimento celular e refinar os detalhes estrututurais.
2. Objetivo
Observar a presença de substâncias ergásticas nos vegetais da coleção do laminário botânico permanente da FASI.
3. Material e Métodos
Materiais:
  • 01 Microscópio óptico;
  • 04 lâminas da caixa do laminário de botânica nº 03B; 09B; 47B e 48B.
  • 01microscópio trinocular acoplado a TV.
Realizou-se através do microscópio a leitura das seguintes lâminas:
03B- Moraceae – carbonato de cálcio (corantes: hematoxilina/ fucsina básica) / Ficus retusa – folha – corte transversal;
09B – Myrtaceae – glândulas (corantes: hematoxilina/ fucsina) / Eucaliptus sp. – folha- corte transversal;
47B – Papilionaceae – fibras cristalíferas (corantes: hematoxilina/fucsina) / Cassia alata – pecíolo – corte longitudinal;
48B – Aracaceae – câmaras com oxalato de cálcio (corantes: hematoxilina/ fucsina) / Philodendron sp.- pecíolo – corte transversal.

4. Resultados e Discussão
Em cada lâmina obteve-se os seguintes resultados:

03B - Moraceae- foi possível identificar as druzas (cristais) formados por carbonato de cálcio e oxalato de cálcio, que são substâncias ergásticas inorgânicas. Foto 1; 2 e 3.

Foto 1: lâmina 03B – Moraceae – com aumento na objetiva de 4x.


Foto 2: lâmina 03B – Moraceae – com aumento na objetiva de 10x.

Foto 3: lâmina 03B – Moraceae – com aumento na objetiva de 40x.

09B - Myrtaceae – identificou-se as glândulas produtoras de óleos, produz e armazena os óleos terpenóides, são circulares com os ductos secretores voltados para a face abaxial. Nessa lâmina observou-se que possui mais parênquima paliçádico. Foto 1; 2 e 3.

 Foto 1: lâmina 09B- Myrtaceae – com aumento na objetiva de 4x.

Foto 2: lâmina 09B- Myrtaceae – com aumento na objetiva de 10x.

Foto 3: lâmina 09B- Myrtaceae – com aumento na objetiva de 40x.

47B - Papilonaceae – observou-se ao lado do xilema células que possuem alguns cristais, que são formadas de oxalato de cálcio, que são as fibras cristalísticas. Foto 1; 2 e 3.

Foto 1: lâmina 47B – Papilonaceae – com aumento de 4x.

  Foto 2: lâmina 47B – Papilonaceae – com aumento de 10x.

Foto 3: lâmina 47B – Papilonaceae – com aumento de 40x.

48B - Aracaceae – foi possível observar druzas em formato de estrelas, que são formadas por cristais de oxalato de cálcio. Foto 1; 2 e 3.

Foto 1:  lâmina 48B - Aracaceae – com aumento de 4x.

Foto 2: lâmina 48B - Aracaceae – com aumento de 10x.

Foto 2: lâmina 48B - Aracaceae – com aumento de 40x.

5. Conclusão
                Após analisar o resultado conclui-se que é possível identificar a presença das substâncias ergásticas nos vegetais presentes nas lâminas permanente da instituição. Dessa forma foi alcançado satisfatoriamente o propósito da aula.

6. Referências Bibliográficas

BIOTEC LÂMINAS E MATERIAL DIDÁTICO. Manual de microscopia aplicada à biologia. São Paulo.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Cortes a mão livre e substâncias ergásticas

Relatório da Prática 04

Cortes a mão livre e substâncias ergásticas


Relatório apresentado a FASI, curso
de farmácia 2° período, como forma de
avaliação parcial das aulas práticas na
disciplina de farmacobotânica.

                                                                  Prof. Dr. Guilherme Araújo Lacerda


1.Introdução

Para a observação microscópica em microscopia óptica é indispensável que o material a ser observado seja suficientemente fino e transparente. Isto significa que o material deve ser cortado e posteriormente, clarificado, podendo ser, a seguir, corado ou não.

2. Objetivo

Preparar o material vegetal de acordo com as técnicas de cortes a mão livre, montagem e coloração/descoloração histológica vegetal para microscopia óptica.

3. Material

01 Lâminas de barbear (gilete);
03 Placas de Petri;
10 Lâminas de microscopia (limpas e secas);
10 Lamínulas de microscopia (limpas e secas);
01 Folhas de isopor grosso;
01 mL corante Lugol;
05 mL de hipoclorito de sódio 2%;
10 mL de água destilada (pisseta);
01 Microscópios ópticos;
01 Batata-inglesa;
01 Caule de Coroa-de-Cristo;
01 Caule de batata inglesa;
01 Folha de Purpurina.

4. Métodos

ü  Montamos no isopor uma estrutura de suporte para os órgãos vegetais serem em seguida cortados;
ü  Com a lâmina de barbear fizemos cortes transversais, paradérmicos, longitudinais radiais e tangenciais e colocar nas Placas de Petri contendo água destilada;
ü  Escolhermos os melhores cortes (finos e transparentes) com o auxílio do pincel (uso pessoal);
ü  Colocamos sobre a lâmina, corar ou descorar, cobrir com a lamínula e observamos ao microscópio óptico;
ü  Raspamos na batata inglesa, na folha de Purpurina e no látex da Coroa-de-cristouma gota de material e espalhar sobre a lâmina, corar com lugol e observamos ao microscópio óptico;
ü  Fotografamos com o auxilio de uma câmera digital as amostras nas diferentes lentes do microscópio.



Figura 1: Caule da batata Inglesa. ( Foto: João Rodrigues Sobrinho ).



Figura 2: Coroa de cristo. ( Foto: João Rodrigues Sobrinho).




Figura 3: Folha da purpurina. ( Foto: João Rodrigues Sobrinho ). 



    5. Conclusão

      Estando todos mais familiarizados com a utilização do microscópio e sua focalização, podemos observar as diferentes formas de estruturas dos materiais utilizados, podendo assimco as lentes aumentadas perceber como são distintas e interessantes. O trabalho em grupo ajudou a todos quanto a dificuldades e particularidade de cada um, ajudando mutuamente com a divisão das tarefas.

    6. Referências bibliográficas

      OLIVEIRA, F. de. Fundamentos de farmacobotânica e de morfologia vegetal. 3ª Ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2009. 228p.